quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Brasil x Deutschland

      Olá galera, faz tempo que eu não crio um post padrão, falando pura e simplesmente da vida e tal. Para aqueles que não sabem estou morando na Alemanha, mais especificamente em Karlsruhe. Ano passado trabalhei com iOS, mais especificamente com jogos, e desde Agosto estou no velho mundo. Dito tudo isso gostaria de fazer um post com uma comparação do meu estilo de vida aqui, com o que eu tinha no Brasil.
      Vamos por partes então:

1. Língua:
      No Brasil temos vários sotaques, com diferenças bem notáveis, expressões próprias e por ai vai. Aqui, algo que pode-se perceber, são os dialetos, que além de um novo sotaque, trazem novas palavras. Ou seja, para nós que não falamos a língua desde sempre, fica muito difícil de entender algumas pessoas. A diferença é tão grande que, no meu caso, tenho um professor, o qual compreendo 90% do que ele fala, e em compensação, outro que tenho que me esforçar muito para entender 30%.

2. Clima
      Não preciso nem dizer que é muito mais frio aqui. Porém ainda não chegamos na pior época do inverno, dizem por aqui que em fevereiro a neve cai de verdade, e não só uns floquinhos como tivemos até agora.

3. Comida
      Batata, batata, batata e mais um pouco de batata. Ela não pode faltar no cardápio do bom alemão. Seria o nosso arroz e feijão, e sim, eles comem batata, uma carne, uma saladinha, e só! Para um brasileiro fica faltando alguma coisa, mas com o tempo acostuma-se. Ou cozinha-se em casa =P

4. Cidade
      É muito difícil comparar São Paulo com Karlsruhe. São Paulo é a sexta cidade mais populosa do mundo, Karlsruhe não é nem sequer conhecida fora da Alemanha. As coisas aqui são muito mais simples e organizadas. Como por exemplo o...

5. Transporte
      Para ir até a USP eu levava em média 1 hora de um ônibus abarrotado (especialmente em começo de ano). Aqui eu demoro 15 minutos para ir a pé até a minha aula mais longe de casa. A cidade é baseada em 2 principais meios de tansporte, o trem fora da terra e a bicicleta. Todo morador de Karlsruhe que se preze precisa de uma bicicleta, e eu não sou excessão.

6. Moradia
      Para alguém que sempre morou com os pais, morar sozinho num quarto com mais 8 alemães no corredor é uma experiência completamente diferente. Basicamente ter que cuidar 100% do próprio nariz, fazer compras, lavar roupa, fazer faxina, e tudo mais em que morar sozinho implica. A parte boa de tudo isso é estar livre para fazer o que quiser quando quiser!

7. Faculdade
      Estou fazendo apenas matérias optativas aqui, pois já não tenho mais obrigatórias para cumprir no meu currículo.Uma grande diferença porém, é o conteúdo. Ele é muito mais prático e voltado para algo específico. E além disso, muitas provas são orais.

8. Segurança
      A criminalidade aqui se resume a alguns furtos
esporádicos de bicicletas. Assaltos praticamente não existem, e ocorrência à mão armada seria caso para comentar durante o ano todo.

9. Povo
      Sabe o jeitinho brasileiro? Aqui ele não só não existe como é abominado. Experimente atravessar o semáforo vermelho de pedestre para ser fuzilado por olhares incrédulos de desprezo!

10. Relacionamento
      Isso é algo bem engraçado aqui. Um casal pode se conhecer, e demorar uns 10 encontros até trocarem o primeiro beijo, e isso será considerado normal... Segurar a mão já é uma grande conquista!

11. Banho
      Europeus de fato tem um relacionamento complicado com o chuveiro. Muitos, mas muitos mesmo, não tomam banho todo dia. Além disso o chuveiro costuma ser pequeno, e com box de plástico, daquele que gruda em você durante o banho. Não vejo a hora de voltar pro chuveiro "espaçoso" do meu quarto. Ah, e roupa de cama é trocada em média de 6 em 6 meses...

      Não vou me estender mais pois o post já está enorme. Espero que tenham gostado e fiquem atentos, pretendo dar vida novamente ao blog. Não esqueçam de comentar!

Bjss e abraços

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Sempre novo de novo

Olhe lá.
Lá adiante,
onde a curva da terra deixa transparecer os primeiros raios do dia.
É de lá que vem a nova energia!
Consegues senti-la?

São os primeiros rais de Sol do ano...
Hora de relembrar as metas atingidas...
Hora de refazer as promessas não cumpridas...
Hora de sonhar com o que pode ser feito da vida!

Se quiseres reparar bem,
Ser sincero contigo mesmo,
Colocar a superstição de lado,
Tirar as incoerências humanas,
Remover o pensamento do próximo,
Enterrar as esperanças sem sentido,
E deixar prevalecer o lógico,
Vais dizer que não há nada de novo...
Mas então o que resta?

É só mais uma volta da grandiosa Terra,
em torno do esplendoroso Sol.

Tudo muito incrível,
Belo,
Grande,
Distante,
Impessoal,
Frio.
E o que seria de ti, se não um amontoado de pequenesas?
Melhor agarrar-te então a mais uma, amigo.

Ano novo, vida nova, oportunidades novas.
Clichê?!
Sim,
mas inegavelmente efetivo!

Duvidas de mim?!
Vais dizer que não acreditas nas palavras de um ser insignificante!
É apenas mais um dentre os 7 mil milhões que estão por aí...


Acreditas em ti mesmo?


Feliz ano novo galera =] 

sábado, 12 de outubro de 2013

Um árabe na Lua

      Estava tentando encontrar inspiração para ressucitar o blog, afinal há tempos não posto nada por aqui. Então o destino me proporcionou uma bela surpresa, um texto pronto, escrito durante alguma aula inútil do colegial, por 2 amigos e eu. Divirtam-se e não tentem encontrar algum sentido!

Um árabe na lua – Para inglês ver!

Um árabe andava pela lua, quando tropeçou num ouriço-do-mar. Seus pés pareciam barbas mal feitas e azuis, mas não tão  azul quanto o pêlo do meu cachorro. Após recuperar-se do susto encontrou um Ipod falante que cantava uma música assustadoramente ridícula e ele chorou, porque sabia que nunca mais encontraria um Ipod tão divertoso.
            Caminhou mais um pouco e parou para um piquenique, estendeu seu manto hippie, colocou seu turbante e dançou como um fugitivo de outra galáxia. Entretanto os gansos chegaram para cantar uma música africana:
            ‘’Quack, quack, vamos á savana pular com os macaquinhos’’
            O árabe estressou-se pois ele odiava quando gansos cantavam loucamente. Sacou seu pote de maquiagem ultra violeta e arrancou uma inocente florzinha do chão que murchou. Os EUA resolveram intervir porque cuba estava sempre livre, drinks são prejudiciais. Quando o exército aeronáutico chegou, o circo pegou fogo. Eles atiraram pequenos brigadeiros cobertos de carne vermelha e os gansos adoraram. Festa dos gansos, era comemoração do dia das bruxas, mas eles odiaram os estouros. O exército bateu em Bob Esponja e Patrick porque eles apoiavam a legalização do comércio ilegal.
            Sábado a noite era dia de corridas de ornitorrincos. O árabe beijou a sola do sapato santo. ‘’Viva, vamos regurgitar um ventilador roxo, hey!!!’’ Subiu no seu urso e galopou até o castelo dos tatus tortos surfistas de tsunami. Os cangurus boxeadores protegiam as redondezas do castelo. Então o árabe voou com o dispositivo ‘’flying-bear’’, instalado em sua cueca. Mas na lua gravidade é coisa rara, só surge nos dias santos, por sorte o sapato estava rasgado e ele pôde arejar o dedão. O urso voou para o sol, que é quente...
           

Autores: Charlotte Lacerda, Rafael Carmo e Pedro Bonecker

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Lolla that I used to know

      Boa noite a todos que estão se recuperando de um fim de semana atípico em São Paulo. Como vocês devem saber, o Lollapalooza rolou na última sexta e fim de semana e trouxe uma porrada de bandas para nossa capital. Eu particularmente estava interessado em assistir principalmente o Killers (nunca tinha visto ao vivo) e uma banda que passei a ouvir depois de comprar meu ingresso e tive a ótima surpresa de descobrir que iriam tocar no dia que eu escolhi, Of Monsters And Men. Ambas as bandas não decepcionaram nas performances, mas talvez, por culpa de ser um festival tão grande, não tocaram tanto quanto eu gostaria.
      A grande surpresa pra mim foi a banda Cake (sim, bolo!), que fez um show muito bom com clássicos, versões e mesmo canções inéditas que nem por isso deixaram de animar o público.
      No que diz respeito à organização do festival, não gostei muito do lugar escolhido, o Jockey forma muita lama e não é legal ficar lavando o tênis depois do show. Já os preços é melhor deixar de lado, foi igual a todos os outros shows, mas com o adicional da moeda própria, ou seja, nada de comprar com reais, o negócio era a Pilla. Aliás, 1 Pilla = 4 reais, então já da pra imaginar a facada. Sem falar que a Pilla de um dia não valia para o outro, não dava para escapar da fila na hora de comprá-las!
      Sendo assim, esperamos mais festivais como esse por nossas terras tupiniquins, e que eles melhorem cada vez mais. E pra fechar, um vídeo com mais um cover!

bjs e abraços a todos!